Por que chora esse rio
Salpicando no seu leito?
Por que enfrenta o desafio
Igual a criança sem o peito?
O que pensa o pescador,
Se o anzol não traz o peixe?
A quem clamam essas águas,
E a que mar... esse desfecho?
Há quem lembre da nascente...
só um risco lá na serra.
No ocaso o que avisto
É o sol que além decerra.
No horizonte distante
E aquí, o que se faz?
O poeta e a busca
E o seu olhar constante.
Uma história sem anais,
A margem é quem te mostra.
E no futuro da era,
Só um banco de areia.
E o lamento que ecoa,
Só o vento aqui passeia.
E o barco na encosta,
Qual a canoa sem remo;
Vem de lá!... Será a resposta?
Clodair Eduão - Koló Farias.
Salpicando no seu leito?
Por que enfrenta o desafio
Igual a criança sem o peito?
O que pensa o pescador,
Se o anzol não traz o peixe?
A quem clamam essas águas,
E a que mar... esse desfecho?
Há quem lembre da nascente...
só um risco lá na serra.
No ocaso o que avisto
É o sol que além decerra.
No horizonte distante
E aquí, o que se faz?
O poeta e a busca
E o seu olhar constante.
Uma história sem anais,
A margem é quem te mostra.
E no futuro da era,
Só um banco de areia.
E o lamento que ecoa,
Só o vento aqui passeia.
E o barco na encosta,
Qual a canoa sem remo;
Vem de lá!... Será a resposta?
Clodair Eduão - Koló Farias.